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Diretorio 100% brasileiro

Ando aprendendo a gostar da chuva, porque quando chove costuma fazer frio e é gostoso ficar debaixo do edredom com você para um esquentar o outro. E isso já basta para que eu, que sempre considerei a praia como minha segunda casa, comece a achar a chuva bonita, quase poética. Ando aprendendo a gostar de engarrafamento, para a gente poder se beijar no meio do caminho, a gostar de ouvir repórter aéreo da JB FM, para a gente fugir do engarrafamento o poder se beijar logo fora do carro, e a gostar de andar por caminhos que eu nunca soube que existiam, só para ter a confirmação de que você está me apresentando a tudo o que eu não achei que pudesse existir na minha realidade. Ando rindo à toa e sei bem o motivo, e isso só me faz rir mais e mais. Ando pensando no que a gente está fazendo há mais de um mês, com algumas pausas para fazer as atividades mais básicas como comer, trabalhar e dormir pouco, dormir muito pouco. Ando rindo mais à toa ainda quando lembro de você falando que a gente concentrou um ano inteiro em um mês, e quando noto que a gente ainda quer concentrar muitos outros anos em muitos outros meses, sempre mantendo essa proporção de um para um. Ando pensando na definição de amor e de felicidade, mas acho que algumas coisas são melhores quando são sentidas do que quando são definidas, classificadas e escritas.


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Aprendendo com quem já sabe das coisas*

Por que você tem 7 anos? Eu tenho 7 anos porque eu já vivi 7 anos.
Por que o seu quarto é o mesmo da sua irmã? Porque eu achei melhor.
Por que o Chile fica mais perto do Brasil do que a Austrália? Porque esses países ficam no mesmo continente.
Por que as pessoas falam espanhol no Chile? Porque os espanhóis descobriram o Chile.
Por que as pessoas falam português no Brasil? Porque os portugueses descobriram o Brasil.
Por que aquele menino da sua turma gosta de você? Ele não gosta de mim.
Por que o sol aparece durante o dia e a lua durante a noite? Porque o mundo gira e algumas vezes ele não está virado ao sol.
Por que eu não sou sua dinda nem dinda da sua irmã nem dinda da sua prima? Porque a minha tia e a mamãe não escolheram você.
Por que o mundo é redondo, e não é um cubo? Porque todos os planetas são redondos.
Por que as lagartas só aprendem a voar depois que viram borboletas? Porque quando elas viram borboletas elas criam asas.
Por que você escreveu seu e-mail com esse verde diferente? Porque eu achei interessante.
Por que o seu cabelo é enrolado? Porque quando eu cresci o meu cabelo virou enrolado.
Por que a minha filha quase não tem cabelo? Porque ela é uma bebê e normalmente as bebês tem pouco cabelo.
Por que ainda não tem foto da minha filha em cima da sua lareira? Porque ainda não teve tempo de botar.
Por que faz mais frio em Antofagasta do que no Rio de Janeiro? Porque aqui é deserto e deserto ou é MUUIITOO calor ou MUUIITOO frio.
Por que você destrói todo o pudim antes de comer e deixa ele parecendo uma papinha de banana? Porque eu acho mais interessante.
Por que você sempre canta a mesma música quando coloca High Scholl Musical no Wii? Eu canto musicas diferentes.

Essas e outras perguntas que você nunca deixa sem resposta só me deixam pensando uma coisa: eu não sei por que é que eu gosto tanto de você, já que eu não sei responder todas as perguntas como você sabe. Mas, mesmo sem saber o porquê, eu sei que é muito bom gostar de você!!!

*Participação especial de Enchanted Bia


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Carta para a irmã que lê o blog

Irmã, tem dia que amanhece cinzento, por mais que o sol brilhe do lado de fora da janela. Porque de que adianta o sol amarelo, se o despertador tocando foi cinza claro, se a dor de cabeça da véspera foi cinza médio, se a preocupação com a filha é de um cinza tão escuro, que parece até preto. De que adianta o sol, me diz? De que adianta o sol se um monte de gente que eu gosto foi para longe e eu fiquei com a sensação de que, ou as últimas semanas passaram rápido demais, ou eu é que não soube aproveitar direito. Mas é impossível aproveitar com eu gostaria, já que eu só consigo viver uma vida de cada vez. Por isso é que, se aparecesse um gênio da lâmpada e me oferecesse um só pedido, eu ia pedir para poder viver várias vidas ao mesmo tempo, e uma dessas vidas com certeza teria passado as últimas semanas colada em vocês. E se esse meu pedido fosse complexo demais até para os gênios da lâmpada, eu ia pedir para o tempo passar mais devagar a cada três meses. Eu ia pedir para, a cada três meses, cada semana durar pelo menos um mês, porque quem inventou essa história de que o tempo tem sempre que passar na mesma velocidade, que inventou isso não conhecia nada da vida, muito menos de saudade e de distância. É, irmã, hoje eu acordei assim, daí já lembro logo de quando o nosso irmão me diz “mulher é assim mesmo, tem mania de problematizar tudo”. É, irmã, hoje acordei bem mulherzinha mesmo. Minha porção masculina, que costuma me trazer o equilíbrio necessário, deve ter acordado vestida de drag queen, porque hoje eu estou mais do que mulherzinha, hoje estou toda menininha. Tão menininha, que pensei até em comprar um pirulito na hora do almoço. E ainda bem que eu não encontrei nenhum pirulito vendendo, porque seria meio ridículo voltar para o trabalho no clima me and my lollipop. Mas mesmo sem pirulito, estou toda menininha, querendo colo de uma mãezinha que sabe segurar as pontas tão bem, que até segura neném para fazer exame de sangue. Mas como isso não é mais possível, pelo menos pelos próximos três meses, a melhor alternativa que eu consegui imaginar para colorir o meu dia foi malhar na hora do almoço, pulando numa mini cama elástica que me lembra um pouco da melhor coisa do mundo. Pelo menos, malhando eu pude lavar a alma em suor e, de quebra, ainda liberei no sangue aquele hormônio que dá um bem estar e que a gente libera quando faz exercício. Agora esqueci o nome. Pois é, irmã, hoje os nomes estão me fugindo. Hoje ando imaginando pesquisas com Francisco, Ignacia e Matias. Hoje ando imaginando tezito e fotos em cima da lareira. Aliás, você levou alguma foto nova para colocar em cima da lareira? É, irmã, mesmo em dias cinzentos, eu não me esqueço de pegar no seu pé. Sabe que só hoje é que eu me lembrei que meu irmão mais velho foi embora e eu esqueci de pedir para ele ligar meu DVD na minha televisão, mais uma vez? Mas como eu nunca ligo mesmo aquela televisão, acho que o DVD pode esperar por mais três meses, se é que até lá eu não decido dar outra utilidade para ele que não seja apoiar a correspondência que me chega pelo correio. Ah, irmã, o que eu queria mesmo era estar te falando tudo isso pessoalmente, mas agora só daqui a três meses. Agora, já é too late.


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"I feel all right that we can go away
and please my day
I let you stay with me if you surrender"
Marcelo Camelo


A minha imaginação vai longe, baby. Eu olho carro novo e já imagino estréia. Olho engarrafamento e já imagino continuação. Olho último banco do ônibus e já imagino... Ah, baby, você sabe o que eu imagino. A minha imaginação é assim mesmo, quando eu menos espero ela já está correndo lá na minha frente, às vezes indo longe até demais. Porque eu olho uma roupa sua jogada ao lado da cama e já sou capaz de muito mais coisa do que eu gostaria. Mas de forma geral, ela costuma me dar ótimas dicas. Porque eu olho espelho do banheiro e imagino a nossa imagem ali. Olho promoção de loja masculina e já imagino um presente para você. Olho carne com batata frita e molho à campana e já imagino você. Olha, baby, se você soubesse tudo o que eu imagino, talvez você ficasse amarradão, talvez você fugisse apavorado me achando uma louca, mas a verdade é que eu estou sempre imaginando demais. Sempre imaginando muito além da média. E ultimamente, baby, você tem tido papel de destaque nesses filmes que eu imagino quando ninguém nem imagina que eu estou tão longe.


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Baby, baby, nunca acordei de manhã com tanta disposição quanto tenho acordado. Nem a chuva e o frio têm me dado vontade de ficar mais tempo debaixo do edredom naquela minha cama estreitinha. Mesmo quando eu acordo no meio da noite, além de fazer tudo o que tenho que fazer, me vem logo uma idéia fixa na cabeça: você. Daí olho o relógio e faço a conta de quanto tempo falta para a gente se encontrar. É que quando a gente está junto, baby, o tempo passa mais rápido e de forma muito mais divertida, mesmo quando eu não posso nem chegar muito perto de você e fico só te olhando de longe, usando batom como você gosta. E quando a gente pode tudo o que a gente quiser, aí mesmo é que eu sinto como se um gênio tivesse saído de uma lâmpada e realizado todos os meus desejos. É, baby, a vida pode ser muito mais bacana do que eu pensava, e você me mostra isso cada vez mais, um pouquinho a cada dia. A vida pode ter sabor de Nescau prontinho e eu nem imaginava. Pode ser tudo tão bom, que só tenho uma palavra para descrever: OBA!


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Ele carrega a bolsa que nem chega a estar pesada sem eu precisar pedir, me dá a garfada que tem o recheio de todo o resto do empadão, tem a perna gostosa de quem sempre gostou de jogar bola, vai comigo na loja para me dar opinião na roupa nova e, como se não bastasse tudo isso, ainda diz que está consciente do que está fazendo. Ele fala de planos a longo prazo com a mesma facilidade que eu bebo um copo d´água, me liga de volta para eu não gastar ligação no meu celular, me deixa maluca quando encosta em mim “por acaso” quando não pode e, como se isso fosse pouco, ainda me faz malhar. É por causa disso tudo e muito mais, que eu já estou me acostumando com a idéia de que existe príncipe encantado na vida real sim. E essa idéia é tão bacana que estou até começando a perder o medo dele virar sapo de uma hora para a outra, depois de um beijo meu. Não, posso beijar sem medo de encantamento nenhum. Posso beijar, morder maçã, espetar o dedo, perder sapatinho de cristal e fazer o que eu quiser. E quando ele me chama, dou logo um jeito de transformar abóbora em carruagem para chegar logo no castelo. E se ele me chamar para ir à Lua, só com passagem de ida, eu topo. Porque minha passagem no expresso para os contos de fada ele já me deu, e eu não quero voltar de lá não.


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A namorada do meu namorado

A namorada do meu namorado é assim mesmo, às vezes até consegue fazer cara de mulher séria, mas acaba rindo mais do que os outros e não consegue manter a pose de mulher séria. Ela acrescentou até mais uns itens para carregar na bolsa, só para levar batom e creme de cabelo para quando decidir tomar um banho por aí. A namorada do meu namorado anda saindo cada vez mais cedo de casa e chegando cada vez mais tarde nos lugares, mesmo sem pegar engarrafamento. E nesse caminho cada vez mais demorado ela vai usando os presentes que o namorado deu, toda cheia de novidades. A namorada do meu namorado tem andado tão feliz, que fica até assustada com tanta coisa legal acontecendo de repente. Porque o destino não costuma ser tão bonzinho assim, ele sempre acaba buscando um equilíbrio, e para equilibrar tanta coisa tão legal que tem acontecido, lá no fundo ela tem medo que o destino apronte alguma catástrofe monstruosa. A namorada do meu namorado é uma pessoa tão bacana que, se eu fosse o meu namorado, eu bem namoraria ela. Só que eu nem precisei dar esse conselho a ele, porque ele foi mais rápido e quando eu notei ele já estava namorando ela. A namorada do meu namorado tem tentado nem escrever nada com muitos detalhes, para não deixar o namorado com vergonha, mas acaba escrevendo e depois fica pensando se posta no blog ou não. Esse texto, por exemplo... Será?


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"Quem não espera o inesperado, jamais o alcançará" – não lembro o autor

Eu, que nunca desisti de esperar o inesperado, mesmo sem ter a menor idéia de como ele seria, se ele existiria mesmo, se seria uma surpresa positiva ou uma bomba atômica explodindo na minha mão, acho que estou esbarrando nesse tal inesperado sim. Vai ver o destino estava só testando meus limites, vendo até quando eu ia continuar acreditando em inesperado, em gnomos e em emagrecimento sem exercícios. Vai ver esse tal destino está é me pregando uma peça, só para depois poder falar “eu bem que te disse que um dia o inesperado ia te alcançar”. Vai ver isso é só o início, é só a primeira surpresa de uma legião de surpresas que ainda vai me alcançar na seqüência. Vai ver esse inesperado me alcançou só para me lançar na próxima frase que eu também nem sei quem é o autor, mas que eu simpatizei tanto quando eu li, que ainda pode até render outro texto aqui no blog: “Os opostos se distraem, os dispostos se atraem.”


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Olha, baby, eu nem sei lidar direito com essa tal felicidade não. O que eu sei mesmo é ver que alguma coisa vai ser difícil, decidir encarar mesmo assim, e até conseguir me sair razoavelmente bem. Isso sim, é a minha praia. Aí você aparece e começa a tornar tudo mais fácil ou, no mínimo, mais divertido! Como assim? E agora, como é que eu faço, para que lado eu vou, que leão eu vou ter que matar sozinha a cada dia? Se você até descobre os caminhos que não estão engarrafados e dirige para mim, onde é que eu vou encontrar as tais dificuldades que eu já estou acostumada? E se você ainda se empenha em me ensinar esses caminhos melhores, aí mesmo é que eu começo a achar que vou ter que aprender a lidar com essa falta de dificuldades. Assim a situação sai da minha área de conhecimento e nem sei mais como agir! Porque eu sou aquela que nem acredita que vai ter bolo, e quando o bolo chega eu nem acredito que vai ter calda de chocolate, e quando a calda chega eu nem acredito que vai ter champanhe, e quando o champanhe chega nem sobra nada para eu não acreditar e isso até me desorienta. O que é que vai ficar faltando, então, para eu ter certeza de que tudo continua como eu sempre soube lidar, tudo continua bem complicado e faltando alguma coisa? E se não continuar tudo bem complicado, como é que eu aprendo a lidar com uma realidade tão tranqüila assim? Porque quando eu penso que não, que é impressão minha, que as coisas não estão tão diferentes assim, que eu ainda posso enumerar várias dificuldades e lidar bem com os meus dias por causa delas, você providencia um pente e uma escova de dentes para mim sem eu nem precisar pedir, e ainda diz que eu posso me habituar à idéia de ficar mal acostumada sim. Quando eu penso que posso continuar me esforçando para que as coisas fiquem bem apesar de tudo, sempre com esse “apesar” ou “porém” que eu estou acostumada, você me diz que vai me comprar um presente e eu nem consigo mais me concentrar em nada do que deveria ser importante naquele momento, só pensando nesse tal presente sugestivo que eu vou ganhar. Quando eu penso que ainda estou em terreno conhecido e que, por isso mesmo, nada é fácil, você me liga para me avisar que está chovendo e que é para eu levar guarda-chuva, como se quisesse me mostrar que dá para ser tudo mais fácil sim. Peraí, assim o que é que eu vou fazer com o meu costume de ter sempre aquela tristezinha guardada no bolso? Porque se eu começo até a levantar mais cedo na maior disposição, só para poder te encontrar e começar o dia bem, se nem o despertador tocando mais cedo do que o normal me tira o bom humor, como é que eu vou arrumar uma tristrezinha para levar sempre comigo? Se você diz que vai me ajudar até a escolher um celular que tire foto, o que é que eu faço com esse hábito antigo de levar sempre uma tristezinha comigo? Se você consegue me motivar até a descer vários andares de escada, achando muito melhor do que o elevador, como é que eu faço para aprender a lidar com um dia a dia tão mais leve e mais fácil? Facilidade e leveza nunca foram a minha especialidade não. Felicidade, muito menos. Deve ser por isso que me dá até um certo medo de lidar com tanta novidade assim. Como se não bastassem serem muitas novidades, ainda por cima são novidades boas! Aí mesmo é que eu, que não estou acostumada com isso, me descubro em terreno desconhecido. É, baby, vai ver é hora de começar a ficar mal acostumada mesmo. Tomara...


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Contrariando todas as previsões, começo a achar que felicidade pode até ser uma alternativa viável sim. A vida não precisa ser amarga, nem todos os dias são chuvosos e os dias de sol podem ser maravilhosos mesmo quando não se sai de casa. Contrariando todas as expectativas, me encontrei rindo com o maior distanciamento da minha amiga que me disse que já está tão calejada que não se envolve mais nem sob tortura, e que ainda vai criar a comunidade “só me fodo em relacionamentos”. Contrariando todos os últimos textos, acordei sorrindo mesmo sem ter dormido quase nada, e sorri tanto que me deu até vontade de apagar todos esses textos ácidos que andei escrevendo há tão pouco tempo. E eu confirmo que felicidade pode existir sim quando a gente esquece o filme rolando no DVD e fica se curtindo debaixo do edredom, ou quando você me leva até em casa e se vira para voltar para a sua casa só para eu não dirigir sozinha à noite, ou quando a gente acaba dormindo um todo embolado no outro, ou quando digo que nunca fui tão bem tratada assim e você responde “que desperdício”, ou quando percebo que já estou com gostinho de quero mais e não se passaram nem 24 horas e você conclui que assim a gente vai ter que transar todos os dias. Contrariando todas as probabilidades, comecei a pensar na possibilidade de acreditar num monte de coisas que eu já tinha classificado como inacreditáveis-para-sempre. Comecei até a me preocupar com quem iria ler o que eu publico aqui, o que é totalmente contra tudo o que eu tinha classificado como verdade absoluta e eterna. Me descobri falando em paradigmas, portais tridimensionais e sobremesas com muito chocolate. Me percebi de uma forma tão estranha que nem sei descrever direito, mas a palavra “feliz” é a primeira que me vem à cabeça.


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